Curiosidades

Sangrar para curar: outra loucura médica antiga

O recuo poderia ser realizada de duas maneiras diferentes, ambas igualmente perigosas. Vamos conhecê-las!
Flebotomía
O recuo ou flebotomía consistia na extração de sangue com o objetivo de curar. Supõe-Se algo semelhante a quando nos tiram sangue para uma análise, mas naquela época não tinham nem os instrumentos adequados, nem a esterilização necessária.

A extração é realizado com uma pequena incisão em uma veia periférica, normalmente, na parte interior do cotovelo ou na parte de trás da mão. Também existia a tendência de que o corte estiver perto da área afetada. Ou seja, se é o braço do afetados essa seria a área de extração, se for uma perna, pois nessa área.
O método era perigoso, pois devia-se ter muito cuidado na quantidade de sangue extraída e, também, se poderia controlar a hemorragia. Por exemplo, uma pessoa com problemas de coagulação, teria muitas chances de morrer em uma operação como essa.
Sanguessugas
Outro método empregado eram as sanguessugas. Era muito eficaz, pois se conseguia limpar o sangue do doente e, além disso, era muito menos perigoso do que fazer um corte.

Quais foram as consequências? Tinha que ter muito cuidado, pois pode causar anemias, infecções e, em alguns casos, até a morte. Se não se conheciam muito bem as sanguessugas se podiam usar sanguessugas venenosas que provocarão a morte do paciente. Só se conheciam 6 espécies não venenosas na época, por que ele tinha que ter um cuidado especial.
Como vimos, o objetivo da sangria era o de curar doenças. Mas estamos falando de um método muito arraigado, o recuo é aplicado para quase tudo. Isso que convinha? Primeiro, que não resolveria o problema do paciente, e, segundo, que muitas vezes o vimos, tanto que este não sobrevivia.
O que vos parece este método? Credes que, na verdade, curava?