Curiosidades

Resolvido o enigma da ESTRANHA criatura de Indonésia, de mais de 15 metros

Motivados pela curiosidade, compareceram ao local para contemplar com seus próprios olhos quando, então, o misterioso animal que saía odores fétidos da costa. Se perguntavam: “o Que raios é isso?”.
Resolvido o enigma da ESTRANHA criatura da Indonésia
O pescador Asrul Tuanakota, o primeiro a avistar a estranha criatura às margens da ilha de Ceram, Indonésia, pensou que o animal de cerca de 15 metros de comprimento podia tratar-se de uma lula gigante. Tuanakota baseou sua fantasia detalhando a aparência do cadáver, que exibia no exterior, o que alegavam ser os tentáculos. Mas, quem era esse animal realmente uma lula gigante?
O biólogo de baleias na Universidade de Hampden-Sydney, na Virgínia, ao lado de George Leonard, cientista chefe da Conservação do Oceano, uniram seus conhecimentos sobre o caso, concluindo que esta estranha criatura que plagó, o mistério da ilha de Ceram se tratava de uma baleia, inquestionavelmente.
Cortesia do Youtube
Depois de observar seu corpo com minúcia, explicaram que os ossos que sobressaíam do cadáver eram, na verdade, as linhas de lâminas, ou barbas de baleia, usadas por estes animais para filtrar os alimentos, localizadas na mandíbula. Sobre os supostos “tentáculos”, os especialistas sugerem que estes possam tratar-se de tiras de gordura interrompidas por predadores em busca de alimento.
Depois de conhecer a opinião dos especialistas, efetivamente, se descartou que se tratasse de uma estranha criatura, no entanto, os ilhéus se encheram de espanto, uma vez que não é comum ver cadáveres de baleias flutuando no mar.
Estranha criatura na Indonésia, era o cadáver de uma baleia
Normalmente estes animais marinhos de grande porte costumam afundar-se nas profundezas, à medida que se decompõem. Somente em circunstâncias especiais, é possível que se inflamam de gases, fazendo com que se elevem para a superfície, tal como aconteceu às margens da ilha de Ceram.
E talvez em breve tenhamos notícias sobre um evento semelhante, pois, indicam os investigadores marinhos, cabe a possibilidade de que este evento se torne comum em águas oceânicas mais quentes, já que as bactérias que se alimentam do animal decomposto são capazes de propagar-se com velocidade. Para evitar que isso aconteça, os moradores da ilha de Ceram pediram às autoridades que eliminassem os restos a brevidade possível.