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O que sabe sobre Marilyn Monroe? Alguns escuros dados que talvez desconocías

Alguns dados trágicos sobre Marilyn Monroe, que talvez não vi
Sua mãe sofria de um transtorno psiquiátrico
Sendo Marilyn Monroe, uma importante estrela de Hollywood, eram poucos os detalhes sobre a vida da atriz, que estavam na intimidade. No entanto, sua agente fez todo o possível para que nada se soubesse sobre Gladys Baker, a pouco conhecida mãe de Marilyn.
A história de sua mãe nos permitem aprofundar sobre Marilyn Monroe e quem se ocultava por trás de sua face pública
O encarregado de impulsionar a carreira da loira ordenou-lhe, sobre sua mãe, divulgara uma história fictícia em que ela teria falecido quando era apenas uma menina. Acreditava que sua imagem seria prejudicada se o público se enteraba que sua mãe se encontrava internada em um centro psiquiátrico, por sofrer de esquizofrenia paranóide.
Viveu em orfanatos e lares de produzir grande parte de sua infância
A condição psiquiátrica de Gladys Baker tornou-o incapaz de cuidar de Norma Jeane, pelo que a sua infância foi instável e solitária. Nunca soube o que era um verdadeiro lar, com os constantes transferências de casas de educação e orfanatos que experimentou de menina.

Foram muito poucos os momentos que Marilyn poderia compartilhar com sua mãe, no entanto, passou a vida lutando para ganhar a aprovação de alguém que, eventualmente, não era capaz de se lembrar de sua filha por causa da doença que se achava.
Se viu obrigada a casar-se para não voltar nunca mais para uma casa de acolhimento ou orfanato
A vida desta estrela, se resumiu em mudanças após mudanças desde que sua mãe foi internada em uma instituição psiquiátrica. Assim, Marilyn, exausta desta realidade, era capaz de qualquer coisa com tal de não voltar a pisar em uma casa que não fosse dele, em que possa sofrer abusos.

Desesperada, aos 16 anos, ingressou em um casamento arranjado com James Dougherly (20), depois de conhecer os planos de Grace Goddard, amiga da família que se encarregou de dar-lhe abrigo em sua casa até os 15 anos.
Goddard foi mudaría a Virgínia Ocidental, mas Norma Jeane não estava incluída entre seus planos, então, casar-se era a única via para esquivar-se de voltar ao lugar que tanto marcou sua infância: um orfanato.
Nunca conheceu o pai verdadeiro, assim que ‘inventou’ uma figura paterna
Norma Jeane foi registrado em sua certidão de nascimento como filha de Martin Mortensen, apesar de que Mortensen teria se separado de Gladys anos antes de engravidar. E como a verdadeira identidade de seu pai era um enigma difícil de resolver, preferiu dar vazão a suas fantasias.
Em um desses raros encontros entre mãe e filha, Laís mostrou a Monroe, uma fotografia de um homem com um bigode chamado Charles Stanley Gifford, contando que este sujeito se tratava de seu verdadeiro pai. Mas o julgamento afetado por Gladys impedindo as colheitas qualquer uma de suas histórias. Ninguém podia acreditar em suas palavras, nem mesmo a própria família de Gifford. Marilyn Monroe, pelo contrário, fantaseaba com que Clark Gable era seu pai de verdade, devido à sua impressionante semelhança com Gifford, seu suposto pai.
Clark Gable
Anos mais tarde, para surpresa de Marilyn, o ator Clark Gable, trabalharia com ela em “The Misfits”. No entanto, o que deveria ser um evento memorável, perturbou a vida da atriz: Gable, o seu querido pai de fantasia, sofreu um ataque cardíaco um dia depois de completar as filmagens. Passados dez dias, morreu por causa do estresse.
Marilyn se sentiu triste, culpada por sua morte, pois durante as gravações da loira platina provocou inúmeros atrasos. Costumava chegar tarde ao set, fora de si, devido aos comprimidos para dormir que costumava tomar. Como resultado, os produtores e todo o elenco terminaram cansados dos problemas que ocasionava. Infelizmente, o corpo de Gable não pôde resistir a tanta pressão.
“Marilyn Monroe” foi uma fachada para esconder a sua tristeza
A loira dourada de Hollywood costumava ficar em frente ao espelho para observá-la a “ela”, cada vez que a personalidade de Norma Jeane queria impor-se em cenários onde Marilyn devia tomar o controle.
Suas alegres e sugestivas fotografias não mostram, em absoluto, a complicada história sobre Marilyn Monroe que tanta beleza e energia ocultavam
Norma Jeane era uma alma sensível, insegura, atormentada, tímida, introspectiva, inteligente, uma ávida leitora. Em troca Marilyn Monroe era vibrante, sedutora, confiante, carismático, brincalhão, a loira “bobo” e glamour que todos adoravam.
Esta segunda personalidade era a sua fachada, a que sempre se referiu em terceira pessoa, pois nunca deixou de ser Norma Jeane, a mulher que só queria ser amada.
Seus amigos suspeitavam que foi assassinada
O suicídio ou homicídio? Sobre Marilyn Monroe e sua morte se têm produzido uma variedade de rumores que apontam como suspeitos do suposto assassinato de Robert Kennedy, com quem teve uma aventura amorosa, a John F. Kennedy, o mafioso Sam Giancana. Até mesmo o FBI e a CIA, ao seu psiquiatra Ralph Greenson constam essas teorias.
Sobre tudo aos seus amigos mais próximos custou a acreditar que Marilyn Monroe, com todo o seu espírito vulnerável, vai dar fim a sua existência. Em parte porque a respeito do caso há peças que ainda não se encaixam.

Segundo contou Joe DiMaggio Jr., seu ex-marido e o mais importante suporte, a poucas horas de sua morte, conversou com a Marilyn por telefone. O que ouviu, feliz e otimista, dificilmente teria antecipado o que estava por acontecer, já que não mostrava nenhum sinal de estar emocionalmente desequilibrada.
Outro dos motivos que levantou suspeitas relaciona-se à sua ama de chaves, Eunice Murray, a mulher que a encontrou morta. Os testemunhos de Murray eram inconsistentes, mudavam uma e outra vez. Somado a isso, o instante que os oficiais chegaram ao local do crime, encontraram lavando umas lençóis a 4 a.m por que as aseaba a essa hora? Eu estava limpando a cena do crime? Era o que discutiam aqueles que conheceram a atriz.
Mas parecia evidente que a loira havia cometido suicídio ingerindo 40 comprimidos, os policiais não encontraram o copo de água, o que poderia levá-los. Os comprimidos, de fato, foram encontradas em seu organismo, mas o médico responsável pela autópsia apontou que deveria realizar mais provas, o que não foi tarefa simples. Disseram-lhe que isso não seria possível, já que os órgãos haviam sido destruídos pelo toxicologista.
Como último recurso, encarregou os slides dos órgãos da atriz, além de fotografias que revelavam vários hematomas inexplicáveis sobre o seu cadáver. Para sua surpresa, um novo obstáculo impediu-o de continuar com os estudos: estranhamente, o material tinha “acabado”.
As decepções e dissabores, assim como as grandes alegrias que experimentou em sua vida, tornou-se um ser com uma sensibilidade que embeleza ainda mais a sua presença. O seu trágico desfecho ainda é lamentado por seguidores modernos, que talvez conhecem melhor do que os seus antecessores que a linda Marilyn não era exatamente uma loira burra…