Curiosidades

Melhores filmes por ano nos 60′ (a era do western)

Nesta década,a de 60, parece que por muita paz e amor que profesasen os hippies, no cinema gostava de ver a tipos duros desenfundando um revolver em pó e perigosos desertos do Oeste. O western estava na moda, e Sergio Leone (era o dono da barraca. Você concorda com este elenco?
1960, “O apartamento”
Billy Wilder dirijía esta comédia em que C. C. Baxter (Jack Lemmon) é um modesto mas ambicioso funcionário de uma empresa de seguros de Manhattan. É solteiro e vive sozinho em um apartamento discreto que presta periodicamente a seus superiores para seus encontros.

Tem a esperança de que esses favores sirvam para melhorar a sua posição na empresa. Mas a situação muda quando ele se apaixona por uma caos poderia ser controlado (Shirley MacLaine), que resulta ser a amante de um dos chefes que usam seu apartamento.
1961, “Um, dois, três”
De novo Billy Wilder ficava no comando desta sátira situada durante a Guerra Fria, em que C. R. MacNamara, representante de uma multinacional de bebidas refrescantes em Berlim Ocidental, projeta-se inserir sua marca na URSS.

No entanto, contra os seus desejos, seu chefe lhe encarrega de cuidar de sua filha Scarlett, que está a ponto de chegar a Berlim. Trata-Se de uma díscola e louca jovem de dezoito anos, que já tem sido prometida quatro vezes. Mas o pior é que, iludindo a vigilância de MacNamara, a garota se apaixona por Otto Piffl, um jovem comunista que vive na Alemanha Oriental.
1962, “O homem que matou Liberty Balanço”
John Ford apresentava um de seus famosos westerns em que Ransom Stoddard, um velho senador do Congresso dos Estados Unidos (James Stewart), relata a um jornalista a verdadeira história de por que viajou junto com sua esposa Hallie (Vera Miles) para ir ao funeral de um velho amigo, Tom Chegou (John Wayne).

Tudo começou muitos anos atrás, quando Ransom era um jovem advogado que chegou em diligência para Shinbone, uma pequena cidade do Oeste, para exercer a profissão e impor a lei. Mas, pouco antes de chegar ao seu destino, é ancorado e espancado brutalmente por o temido pistoleiro Liberty Valance.
1963, “A Grande Fuga”
John Sturges dirijía este drama prisional durante a Segunda Guerra Mundial, estrelado por Steve McQueen, James Garner, de Charles Bronson.

Relata a história de um grupo de oficiais ingleses e norte-americanos que estão presos em um campo de concentração nazista, e que propõem organizar uma fuga em que se verão envolvidos duzentos e cinqüenta presos. Para levar a cabo seu plano começam a cavar três túneis.
1964, “o Telefone vermelho? Voar para Moscovo”
O mestre Stanley Kubrick contruía esta sátira belica em que um general convencido de que os comunistas estão poluindo os Estados Unidos, ordena em um acesso de loucura, um ataque aéreo nuclear surpresa contra a União Soviética. Seu ajudante, capitão Mandrake, tente encontrar a fórmula para impedir o bombardeio. Por sua parte, o Presidente dos EUA entra em contato com Moscou para convencer o governo soviético, de que o ataque não é mais do que um erro estúpido.

Enquanto isso, o assessor do Presidente, um ex-cientista nazista, o dr. Strangelove, confirma a existência da “Máquina do Juízo Final”, um dispositivo soviético de retaliação capaz de acabar com a humanidade para sempre.
1965, “A morte tinha um preço.”
Cinema europeu, que substitui a onipresença Hollywodiense. Este spaghetti-western foi uma co-produção entre Portugal, Itália e Alemanha dirijida pelo famoso Sergio Leone e estrelado pelo lendário Clint Eastwood.

Nesta história, ele conta a história de dois caçadores de recompensas que buscam o mesmo homem decidem unir forças para encontrá-lo, embora as razões que os movem são completamente diferentes.
1966, “O bom, o feio e o mau”
Já de moda, Sergio Leone continua a sua série de aplaudidos westerns com seu ator fetiche.

Aqui a história se situa durante a guerra civil norte-americana, quando três caçadores de recompensas procuram um tesouro que nenhum deles pode encontrar sem a ajuda dos outros. Assim que os três colaboram entre si para conseguir o seu espólio, pelo menos na aparência.
1967, “A lenda do indomável”
Menos famoso, este drama prisional estrelado por Paul Newman e dirijido por Stuart Rosenberg, conta a história de Luke Jackson, um jovem rebelde e impulsivo, que é condenado a dois anos de prisão após causar graves danos em um bar enquanto estava bêbado.

Na prisão, seu caráter indomável será executada de lidar com as rígidas normas da instituição, bem como com os outros presos, especialmente o brutal Dragline, que é o líder dos condenados, até a sua chegada. Mas Luke é um veterano de guerra que não está disposto a ceder, e terá que pagar um alto preço por continuar a ser quem é.
1968, “Até que chegou a sua hora”
E Sergio Leone volta ao ruedo, nos 60′ os westers estavam definitivamente de moda. Claudia Cardinale, Charles Bronson e Henry Fonda protagonizam este filme em que Brett foi lançado, um fazendeiro viúvo de origem irlandesa, vive com seus filhos em uma área pobre e deserto do Oeste americano.

Preparou uma festa de boas-vindas para Jill, sua futura esposa, que vem de Nova Orleans. Mas quando Jill chega está com uma banda de pistoleiros foi assassinado foi lançado e a seus filhos.
1969, “Dois homens e um destino”
Apresenta dois dos grandes bonitos de Hollywood, George Roy Hill nos trazia o western sobre um grupo de jovens pistoleiros se dedica a atacar os bancos do estado de Wyoming e o comboio-correio da Union Pacific.

O chefe da banda é o carismático Butch Cassidy (Newman) e Sundance Kid (Redford) é o seu inseparável companheiro. Um dia, depois de um assalto, o grupo se dissolve. Será então quando Butch, Sundance e uma jovem professora de Denver formam um trio de românticos foras-da-lei que, fugindo da lei, chegam até a Bolívia.