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Dois novos vídeos de Killzone: Shadow Fall e breve reflexão

Guerrilha nos traz dois novos gameplays de sua próxima entrega de Killzone, onde podemos apreciar diversos aspectos de sua jogabilidade e os cenários trabalhados que tem o jogo. Como você já sabe, Killzone: Shadow Fall faz parte do catálogo inicial de PlayStation 4 e mover o jogador para o ano 2381, trinta anos depois dos acontecimentos vividos em Killzone 3 e em um momento onde Vektans e Helghast, vivem juntos e divididos no planeta Vekta.
Deixando de lado o cuidado aspecto técnico, que exibe o jogo e fazendo esse comentário em jeito de reflexão pessoal, eu penso que há um tempo se abusa muito dos jogos atuais de alguma característica que aparece em um desses vídeos, algo cada vez mais comum em títulos de ação e aventura. Essa “habilidade” divina que permite descobrir com antecedência os inimigos detectándolos através das paredes, tornou-se algo comum em muitos jogos. O que um dia começou como uma preciosa capacidade limitada, a um dispositivo ou uma habilidade somente aplicável em determinados momentos, agora é uma ferramenta a mais na hora de avançar em um videogame. Seu objetivo inicialmente era facilitar as coisas em um momento pontual, quando determinadas situações podiam exceder ao jogador e se precisava de uma pequena ajuda extra, mas agora é usada como uma vantagem constante, o que facilita em excesso o desafio que um jogo em questão.
Mais uma vez, podemos estar diante de uma daquelas tendências, cujo objetivo real seria fazer a experiência de jogo mais acessível. Como ajuda pontual em um determinado momento ou acção está bem, mas entrar em um mapa desconhecido, apertar um botão e fazer uma varredura que nos marque todos e cada um dos inimigos que o nível é algo que, em minha opinião chafa completamente a experiência, o desafio e subtração toda a emoção que pode trazer um jogo com determinadas características. No fim, uma pena isso de ter que aproximar todos os jogos para os aleijados e a todos aqueles que têm renegado dos jogos eletrônicos em geral durante anos e agora querem jogar porque é legal, e ainda por cima, há que torná-lo fácil. No final, esta é a sensação que nos resta a todos aqueles que levamos alguns anos, dando-lhe o comando.